{"id":285,"date":"2018-10-27T16:04:21","date_gmt":"2018-10-27T18:04:21","guid":{"rendered":"http:\/\/sousurdosim.com.br\/?page_id=285"},"modified":"2018-11-05T09:59:19","modified_gmt":"2018-11-05T11:59:19","slug":"parte-iv","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sousurdosim.com.br\/index.php\/a-surdez\/descobrindo-a-surdez-diagnostico\/parte-iv\/","title":{"rendered":"PARTE IV"},"content":{"rendered":"<p>PARTE IV<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pessoal, meus relatos s\u00e3o bem sofridos nesse momento, n\u00e3o se deprimam. N\u00e3o fiquem muito tristes, tenham calma, vou contar coisas bem agrad\u00e1veis ainda. Momentos de vit\u00f3ria na minha vida e que devem incentivar voc\u00eas. Mas farei isso nas pr\u00f3ximas abas.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, fomos novamente para a ala oncol\u00f3gica do mesmo hospital, fazer o mesmo procedimento, s\u00f3 que agora no ouvido esquerdo e sempre lembrando do que o especialista falou em que no da direita, o perdido eu n\u00e3o iria recuperar, mas o da esquerda, seria preservado.<\/p>\n<p>Foi o mesmo supl\u00edcio. J\u00e1 era setembro e meu abalo ainda continuava. Ent\u00e3o, deitar ali novamente e ficar com o rosto dentro de uma caixa de novo, para mim era uma tortura. Mas eu tinha de fazer, foi a \u00fanica alternativa que haviam nos apontado e o pr\u00eamio de consolo de preservar a audi\u00e7\u00e3o esquerda, me dava for\u00e7as para continuar. Mas aconteceu algo que eu n\u00e3o consigo entender. Na ocasi\u00e3o eu achei ter escutado o especialista ter perguntado se teriam regulado a dose de radia\u00e7\u00e3o corretamente (essa informa\u00e7\u00e3o, minha fam\u00edlia e amigos n\u00e3o sabem. Saber\u00e3o ao ler esta postagem) mas como eu estava depressivo, a palavra \u00e9 essa, me via num in\u00edcio de depress\u00e3o. Devido a este abalo, que s\u00f3 sabe quem passa, eu n\u00e3o tenho certeza de que ouvi isso mesmo. Fiquei de olhos fechados durante o tratamento e como ouvia ainda, embora de olhos fechados, eu achei ter escutado este di\u00e1logo sobre a pot\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o. Mas pode ter sido uma pe\u00e7a que minha mente naquele momento me tenha pregado, diante de minhas preocupa\u00e7\u00f5es. E assim passei pelos infind\u00e1veis 20 minutos de radiocirurgia e, mais uma vez, no momento do t\u00e9rmino, eu n\u00e3o sentia nada. Novamente o especialista tornou a repetir que se sentisse algo, dexametasona novamente. Sendo que eu j\u00e1 tinha deixado de tomar porque as dores no ouvido direito tinham passado.<\/p>\n<p>E foi como da outra vez, na casa da dona Olga, momentos depois, comecei a sentir algo estranho no ouvido esquerdo, o qual eu ouvia perfeitamente. E tentei me acalmar, mas n\u00e3o conseguia. As dores estavam aumentando e antes de alarmar, porque eu j\u00e1 tinha d\u00f3 de minha m\u00e3e em est\u00e1 sempre sobressaltada por minha causa, eu fui me deitar, esperando que passasse, mas em menos de 5 minutos, o que eu temia aconteceu: meu ouvido esquerdo parou de ouvir. Tapou completamente. Levantei da cama em desespero e fui at\u00e9 a sala onde todos conversavam e com cara de espanto disse para minha m\u00e3e o que estava acontecendo. Minha m\u00e3e saiu feito um louca atr\u00e1s de uma farm\u00e1cia que vendesse essa dexametasona. Ela demorou voltar. Teresina uma cidade grande, mas j\u00e1 era tarde da noite e foi dif\u00edcil achar uma farm\u00e1cia ali perto, funcionando.<\/p>\n<p>Tomei o rem\u00e9dio e fui descansar. Mam\u00e3e ligou para o especialista e ele disse para manter a calma e esperar pelo efeito do rem\u00e9dio. De fato, horas depois a audi\u00e7\u00e3o voltou. Mas n\u00e3o era a mesma coisa. Se eu fosse atribuir uma porcentagem de como ficou, eu diria que daquilo que eu escutava, eu tinha perdido mais que a metade. Mas ainda ouvia. N\u00e3o alarmei que tinha perdido algo, porque eu estava numa situa\u00e7\u00e3o deprimente. Eu n\u00e3o estava legal, eu j\u00e1 n\u00e3o atinava mais para nada. Eu parecia um zumbi. Eu simplesmente estava me entregando. E voltamos para casa.<\/p>\n<p>Aqui, embora eu evitando de falar sobre como me sentia, meus pais j\u00e1 tinham notado que eu n\u00e3o escutava mais como antes pelo ouvido esquerdo e foram aos poucos me fazendo atinar para este detalhe que em meu psicol\u00f3gico, eu me negava a refletir sobre isso. Ent\u00e3o eu assumi que sim, que n\u00e3o estava do mesmo jeito, que eu tinha perdido algo. Minha m\u00e3e ligou para o especialista, contou o que estava acontecendo e resolvemos voltar para a capital novamente. Fizemos outra audiometria e foi comprovado que eu tinha perdido alguma percep\u00e7\u00e3o. A resolu\u00e7\u00e3o do especialista foi tentar nos encaminhar para testes com AASIs (aparelhos de amplifica\u00e7\u00e3o sonora), o famoso aparelho para surdez. Lembrando que meu abalo psicol\u00f3gico s\u00f3 aumentava. J\u00e1 estava findando outubro. Retornamos para casa, a fim de refletirmos (menos eu, que n\u00e3o conseguia) o que fazer. E seria pela prefeitura daqui de Parna\u00edba, o pedido dos AASIs pelo SUS. Acreditem, mesmo em meio a toda esta situa\u00e7\u00e3o emocional, eu ainda estava trabalhando. Eu fazia quest\u00e3o. A fim de tentar espairecer e n\u00e3o ficar pensando somente nisso. Como j\u00e1 estava findando o ano letivo, disse para minha m\u00e3e aguardar mais um pouco. E n\u00e3o entramos naquele momento como o pedido pelo SUS.<\/p>\n<p>N\u00e3o demorou muito e j\u00e1 estava findando novembro. E eu me afundando em depress\u00e3o. J\u00e1 n\u00e3o ia mais para todos os meus trabalhos da \u00e9poca pois, eu trabalhava em duas escolas: uma na minha cidade e outra no estado do Maranh\u00e3o. Continuei indo na da minha cidade, mas j\u00e1 estava para n\u00e3o aguentar.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o chegou dezembro de 2014. Findando o ano letivo e j\u00e1 tinha perdido praticamente mais de 80% da audi\u00e7\u00e3o do esquerdo. Era o que eu sentia, mas n\u00e3o conversava com ningu\u00e9m sobre isso. Eu n\u00e3o aceitava o que estava acontecendo. J\u00e1 tinha perdido a audi\u00e7\u00e3o do ouvido direito, agora s\u00f3 me restava cerca de 20% do esquerdo. Mais uma vez eu n\u00e3o conseguia atinar. Eu estava deixando a vida me levar. Mas quando perdi tamb\u00e9m os 20%, eu n\u00e3o podia mais fazer de conta. J\u00e1 era por volta do dia 19 de dezembro de 2014 quando eu fiquei completamente surdo. L\u00f3gico que alarmei. Fiquei desesperado. Minha fam\u00edlia ficou desesperada junto comigo, porque n\u00e3o foi o que o especialista prometeu. Ele falou que iria ser preservada e no entanto, eu tinha perdido completamente e foi um processo mais acelerado que o da audi\u00e7\u00e3o direita, porque para eu perder completamente a audi\u00e7\u00e3o do ouvido direito, comecei a sentir em 2009, como voc\u00eas leram no come\u00e7o dos meus relatos e s\u00f3 a perdi completamente em 2014. Mas essa, eu n\u00e3o sentia perda alguma e contando a partir da data do tratamento, em menos de 3 meses eu tinha perdido minha audi\u00e7\u00e3o esquerda.<\/p>\n<p>Mam\u00e3e ligou novamente para o especialista e ele n\u00e3o sabia explicar o que tinha acontecido. Pediu que aguard\u00e1ssemos que logo retornaria. Acreditamos que ele foi atr\u00e1s de alguma opini\u00e3o amiga. Horas depois ele retornou e disse que eu precisaria fazer um tratamento que ele chamou de corticoterapia, um tratamento \u00e0 base de corticosteroides, o famoso corticoide que eu j\u00e1 tinha tomado e j\u00e1 vinha tomando desde a dor no ouvido esquerdo, a Dexametasona. Mas desta vez, seria diferente, ele, o especialista, prop\u00f4s que fosse na veia. Disse ainda que estava de licen\u00e7a no consult\u00f3rio dele e, devido nosso desespero e por morarmos h\u00e1 4 horas de l\u00e1, que fica na capital, ele prop\u00f4s que me internassem aqui em minha cidade e que pass\u00e1ssemos o contato dele para o m\u00e9dico plantonista aqui, que ele explicaria. Depois vou falar mais sobre esse momento do qual fomos numa cl\u00ednica famosa aqui em Parna\u00edba. Mas por hora, \u00e9 l\u00f3gico que o m\u00e9dico n\u00e3o aceitou. Discutiram ao telefone (eu surdo, n\u00e3o fa\u00e7o ideia do que falavam e depressivo, nem procurei saber) e retornamos para casa sem nenhuma solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Meu psicol\u00f3gico nesse momento estava para explodir. O especialista tornou a ligar e disse que n\u00e3o teria outro jeito h\u00e1 n\u00e3o ser voltarmos para a capital e l\u00e1 sermos internados e atendidos por um amigo dele no hospital que ele atende. E assim o fizemos. Era mais ou menos dia 21 de dezembro quando fui internado em Teresina para tomar corticoide na veia. Eu e minha m\u00e3e que sempre est\u00e1 ao meu lado. Passamos 3 dias e meio internados e eu tomando incansavelmente corticoide e nada da audi\u00e7\u00e3o voltar pois, segundo o especialista, era desinflamando que voltaria. Mas n\u00e3o voltou. Minha m\u00e3e relata que j\u00e1 ia para o quarto dia de interna\u00e7\u00e3o. O m\u00e9dico n\u00e3o falava em alta. Ela me via inchando de forma incontrol\u00e1vel, devido o medicamento e como j\u00e1 era natal no dia seguinte, ela pediu alta e dia 24 nos foi concedida. Voltamos para casa, eu inchado, depressivo, surdo e minha m\u00e3e triste por tudo. N\u00e3o v\u00edamos motivos para celebrar o natal. Toda a fam\u00edlia, irm\u00e3os e sobrinhos se preparando para a celebra\u00e7\u00e3o, mas eu n\u00e3o, fiquei no quarto deitado, chorando, triste e enchendo Deus de perguntas, por que aquilo tudo estava acontecendo comigo?<\/p>\n<p>O m\u00e9dico especialista n\u00e3o tinha explica\u00e7\u00e3o. A certeza que temos foi que o que ele havia prometido n\u00e3o foi cumprido. Eu esperava e tinha como consolo de que o tratamento no ouvido esquerdo fosse realmente preservar a audi\u00e7\u00e3o, mas foi o contr\u00e1rio e ele n\u00e3o sabia se explicar.<\/p>\n<p>Esperamos janeiro de 2015 e o fim do recesso dele, do especialista. E, enquanto isso, eu c\u00e1 definhando e inchando ainda mais pois, ainda estava me acabando de tomar Dexametasona, porque muito embora tenhamos voltado para casa, foi nos receitado continuar o tratamento com comprimidos. Desde quando descobri o problema, eu pesava cerca de 93 kg, at\u00e9 esse momento eu j\u00e1 estava na casa dos 150 kg.<\/p>\n<p>L\u00e1, no consult\u00f3rio dele, na capital, j\u00e1 em janeiro, ele passou exames novamente, como a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e outra audiometria, para entender o que poderia estar causando e confirmar a perda total do ouvido esquerdo. E eu os fiz. \u00a0Como achados, o laudo da resson\u00e2ncia sugeriu necrose, que s\u00e3o c\u00e9lulas mortas e que ele, especialista, atribuiu \u00e0 radia\u00e7\u00e3o e que isso era normal. Mas precisaria fazer uma cirurgia, abrir para a retirada destas c\u00e9lulas.<\/p>\n<p>Ora, n\u00e3o fazia muito sentido. Pensem comigo, se a radiocirurgia foi indicada por n\u00e3o ser uma boa op\u00e7\u00e3o fazer uma cirurgia convencional, devido os nervos auditivos e facial e toda a complica\u00e7\u00e3o de que poderia me trazer, de que adiantou se eu agora teria de faz\u00ea-la? Nos pareceu mais uma vez que o m\u00e9dico estivesse perdido. Mas quem daria o aval seria o mesmo neurocirurgi\u00e3o que indicou a r\u00e1dio. E l\u00e1 fomos n\u00f3s, encaminhados para este profissional e ele observou o encaminhamento por escrito do especialista, observou ainda os exames que t\u00ednhamos acabado de fazer e disse n\u00e3o ser uma boa ideia a cirurgia e esperarmos mais tempo para ver a evolu\u00e7\u00e3o do tratamento da r\u00e1dio. Pediu que volt\u00e1ssemos para casa e com 6 meses volt\u00e1ssemos para falar com ele e fazer novos exames. Ou seja, aquilo nos confirmou que o especialista realmente estava perdido.<\/p>\n<p>Aqui, vou pular esses 6 meses de como eu fiquei definhando em casa, mas em outras abas falarei sobre eles. Quero apenas dizer que com estes 6 meses de espera, retornamos e fizemos os mesmos exames e nada tinha mudado, a n\u00e3o ser que nos achados da resson\u00e2ncia, foi verificado, em compara\u00e7\u00e3o com os exames anteriores, uma diminui\u00e7\u00e3o nos mini tumores e, partindo deste resultado, o m\u00e9dico neurocirurgi\u00e3o, achou, mais uma vez, n\u00e3o ser preciso fazer cirurgia e esperar. O que me restou foi apenas esperar. De 6 meses, ele falou agora que ter\u00edamos de retornar em um ano, ou seja, de ano em ano para fazer acompanhamentos. \u00a0Por minha conta, sem minha m\u00e3e saber, eu j\u00e1 tinha deixado de tomar os corticoides. Eu n\u00e3o me sentia bem com eles. De t\u00e3o inchado, eu mal conseguia tomar um banho. Depois, mam\u00e3e telefonou para o especialista, a fim de saber sobre parar de tomar o medicamento e pedir um laudo m\u00e9dico. Porque era preciso para protocolar no meu local de trabalho, devido eu j\u00e1 n\u00e3o ir mais trabalhar com tamanha depress\u00e3o. Tivemos de ir l\u00e1, percebemos ainda que ele estava nos evitando. L\u00e1, o especialista passou uma explica\u00e7\u00e3o por escrito de como ir abandonando o medicamento e nos entregou o laudo. No laudo, para nosso espanto, vinha escrito algo que n\u00e3o fora o que nos foi dito verbalmente. L\u00e1, ele afirmou que n\u00f3s \u00e9ramos cientes de que a radiocirurgia poderia me causar a perda auditiva esquerda. E assim ficou a palavra dele, contra a nossa. E voltamos para casa. Eu, completamente surdo, inchado e sem solu\u00e7\u00e3o alguma para isso.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o pessoal, aqui encerro esta aba, a qual falei tudo sobre como descobri a surdez e do diagn\u00f3stico e de como de fato aconteceu para eu ter ficado completamente surdo. A pr\u00f3xima aba vou falar sobre a surdez em fam\u00edlia e amigos. Porque agora surdo e sem solu\u00e7\u00e3o alguma para isso, tive de retornar para casa e lidar com fam\u00edlia e amigos e vou contar tudo para voc\u00eas. Grande abra\u00e7o e at\u00e9 breve na pr\u00f3xima aba: <b>A SURDEZ EM FAM\u00cdLIA\u00a0E AMIGOS<\/b>. Que fica logo abaixo dessa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PARTE IV &nbsp; Pessoal, meus relatos s\u00e3o bem sofridos nesse momento, n\u00e3o se deprimam. N\u00e3o fiquem muito tristes, tenham calma, vou contar coisas bem agrad\u00e1veis ainda. Momentos de vit\u00f3ria na minha vida e que devem incentivar voc\u00eas. Mas farei isso nas pr\u00f3ximas abas. 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